O itinerário da água
Aljezur
(43 Km-Sagres N), Vales férteis e irrigados. Sistemas hidráulicos
de irrigação.
Cerro do Castelo de Alferce
(8 Km-Monchique N), Junto das ruínas da fortificação
omíada sobressaem vestígios de uma cisterna.
Paderne (14 Km-Albufeira N),
No castelo: uma abertura de cisterna.
Srª do Verde - Valverde
(10 Km-Portimao N), No Castelo Belinho: ruínas de uma cisterna almóada.
Faro, Centro histórico
da cidade: alguns edifícios apresentam poços no interior de
salas, que podem ter correspondido a pátios.
Milreu (15 Km-Faro N), Bairro
dos banhos árabes (hamman), aproveitando as infra-estruturas das termas
romanas.
Loulé, Rodeada por boas
terras agrícolas, seriam abundantes as hortas irrigadas por noras e
fontes (como as da Moura, Romeirinhas e de Cássima).
Cerro da Vila - Vilamoura, Aproveitamento
e desenvolvimento por parte dos árabes das infra-estruturas hidráulicas
anteriormente utilizadas pelos romanos.
Salir (31 Km-Loulé E),
Escavações arqueológicas no castelo: canalizações
que permitiam a chegada da água às casas almóadas.
Cacela Velha (c. 11 Km-Tavira
O), Hortas e campos de figueiras indiciam a existência de sistemas de
irrigação.
Silves, 0 rio Arade, terrenos
fertéis de pomares, hortas, pastagens e águas correntes que
movem as noras e os moinhos que a circundam. Cisternas no castelo e um poço-cisterna,
ambos de origem almóada, este último no Museu Arqueológico
Municipal. Palacio Almóada de Silves: vestígios de amplas salas,
alcovas, banhos privados, pátios e jardins.
Cabanas de Tavira (6 Km-Tavira
O), Vários engenhos de irrigação tradicional, chamada
mourisca. Encontram-se com muita facilidade noras, "cegonhas" e
picotas.