Itinerários Islâmicos no Algarbe: Os Caminhos do Gharb

O itinerário etnográfico

Benafátima, Aldeia com características de vivências islâmicas indiciados pelo seu topónimo.
Aldeia de Alte (23 Km-Albufeira N), A estrutura urbana, a configuração e vivências lembram ambientes mediterrânicos com grande influência islâmica. 0 topónimo "Alte", as tradições culinárias, os produtos que aí se encontram levam-nos directamente ao "Algarve da época islâmica".
Chamada a aldeia mais pitoresca do Algarve: homogeneidade do seu casario branco, pelas suas tradições populares e vivências, produções de olaria e o trabalho em madeira.
S., Bartolomeu de Messines (20 Km-Silves N), Os pomares de laranjeiras da região permitem marcar a presença islâmica. Loulé, Ruas de traçado estreito afiguram-nos a vivência e a arquitectura civil da época islâmica. Na antiga Rua das Olarias algumas das oficinas artesanais de produção de cerâmicas.
Fonte da Benémola, Local aprazível e integrado na paisagem verdejante.
Silves, Itinerários urbanos, ruelas e fachadas, janelas e portas, "mãos-de-fátima" e sabores de outros tempos, atestam uma permanência de gostos e costumes de origem arabo-islâmica. Ateliers de artesanato local e recuperação de técnicas artísticas.
Faro, As artes e ofícios ainda perduram nas ruelas da cidade. As lojas de artesanato, a gastronomia e os topónimos existentes transportam-nos para um ambiente de gosto islâmico que teima em sobreviver.
Os mercados extra-muros, as ruelas labirínticas da antiga medina e os poetas de Faro, levam-nos a um mundo de indeléveis presenças islamizantes...
As lendas das Mouras Encantadas, são ainda fonte de transmissão oral de literatura popular.
Picota, Água de Fusos, Cachopo, Martim Longo (9 e 21 Km-Tavira N), Passeio etnográfico onde a paisagem e tradição islâmica são visíveis.