










História de Évora
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A cidade teve o nome de Ebora Cerealis durante o império romano,
tomando o nome de Liberalitas Julia no tempo do imperador Júlio César,
sendo então já uma cidade importante, como o demonstram as
ruínas de um templo clássico e os vertígios de muralhas
romanas.
Após
a colonização romana, foi ocupada pelos árabes durante
cerca de 5 séculos. Foi conquistada pelos muçulmanos para
o 712 e, finalmente, pelos cristãos em 1166 por Geraldo Sem Pavor,
data em que se restaurou a sua diocese. Foi residência régia
durante largos períodos, essencialmente nos reindados de D.João
II, D.Manuel I e D.João III. O seu prestígio foi particularmente
notável no século XVI, quando foi elevada a metrópole
eclesiástica e foi fundada a Universidade de Évora (afecta
à Companhia de Jesus), pelo Cardeal Infante D.Henrique, primeiro
Arcebispo da cidade. Um rude golpe para Évora foi a extinção
da prestigiada instituição universitária, em 1759 (que
só seria restaurada cerca de dois séculos depois), na sequência
da expulsão dos Jesuítas do país, por ordem do Marquês
de Pombal. Évora é testemunho de diversos estilos e corentes
estéticas, sendo ao longo do tempo dotada de obras de arte a ponto
de ser classificada pela UNESCO, em 1986, como Património Comum da
Humanidade.
O Centro Histórico,
enquanto conjunto arquitectónico e patrimonial de beleza ímpar,
alia a monumentalidade ao cunho pitoresco das casas das ruas estreitas e
travessas, pátios e largos. Tudo se conjuga para o equilíbrio
e a harmonia entre o monumental e o simples, entre o erudito e o popular.
